Notícias | Gütersloh, 01/07/2019

Investimentos em startups digitais ultrapassam 1 bilhão de euros

A Bertelsmann expande sua rede global de participações em startups por meio de seus quatro fundos: Bertelsmann Asia Investments (BAI), Bertelsmann India Investments (BII), Bertelsmann Brazil Investments (BBI) e Bertelsmann Digital Media Investments (BDMI). Atualmente, o Grupo possui participações em cerca de 200 empresas e fundos. As atividades destes fundos estão reunidas na divisão da Bertelsmann Investments desde 2016.

Desde o lançamento do primeiro fundo, o BDMI, em 2006, a Bertelsmann investiu cerca de 1 bilhão de euros em startups digitais com modelos de negócio inovadores, por meio de seus fundos corporativos. Os retornos financeiros, especialmente de alienações, totalizaram mais de 600 milhões de euros no mesmo período.

"Nossas atividades de fundos são uma história de sucesso no empreendedorismo. Primeiro, eles nos dão insights antecipados sobre novos modelos de negócios, tecnologias e mercados, especialmente em nossas regiões estratégicas de crescimento. E em segundo lugar, nossos fundos contribuem significativamente para o lucro do Grupo. Os retornos já são consideráveis. Continuaremos a investir pesadamente em nossos negócios de fundos e expandir nossa rede global", comenta Thomas Rabe, Presidente e CEO da Bertelsmann.

As startups da divisão Bertelsmann Investments são empresas ativas com foco no futuro: elas criam propostas inovadoras de mídia, prestam serviços no e-commerce ou operam em áreas como fintech e educação. Mais de 100 holdings da Bertelsmann Investments estão ativas na China, com um foco adicional na América do Norte e nas regiões de crescimento estratégico da Índia e do Brasil. Além disso, recentemente, a Bertelsmann expandiu seu foco em oportunidades na África e no Sudeste Asiático. No início do ano, a Bertelsmann Investments investiu no fundo africano Partech.

Até hoje, os fundos da Bertelsmann Investments apoiaram onze IPOs de investimentos diretos, sendo nove deles nos EUA e dois em Hong Kong. Em 2018, três investimentos diretos do BAI tornaram-se públicos: o portal para carros usados Tuanche na NASDAQ, a plataforma de descontos Meituan Dianping na Bolsa de Hong Kong (HKSX) e a plataforma de e-commerce de moda Mogu na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE).

O Bertelsmann Asia Investments (BAI) na China é o fundo mais ativo. Fundado em 2008, investiu em mais de 130 startups nos últimos dez anos e vários delas agora estão listados em diversas bolsas de valores. Além disso, o BAI possui participação em uma das maiores plataformas de música da China, a NetEase Cloud Music. O BAI ganhou vários prêmios em 2018, inclusive foi considerado um dos melhores fundos estrangeiros e um dos melhores fundos de fintech da ChinaVenture. A CBNWeekly lista o BAI como um dos cinco principais fundos de capital de risco da China.

O Bertelsmann India Investments (BII) concentra seus investimentos no mercado de e-commerce, além de fintech, educação, saúde e  entre outros. As participações do fundo incluem a fintech Lendingkart e a Agrostar, uma plataforma móvel para agricultores. No setor de ensino superior, o BII investiu na empresa de treinamento Eruditus Executive Education e no provedor de educação iNurture.

A Bertelsmann Brazil Investments (BBI) agrupa as atividades de investimento do Grupo na região de crescimento estratégico do Brasil. Através do BBI, a Bertelsmann participa em diversos fundos, incluindo como parceiro estratégico no fundo “Bozano Educacional 2” para investimentos no campo da educação médica. A empresa também faz investimentos diretos no país: em 2015, a Bertelsmann adquiriu uma participação na Afferolab, principal fornecedora de treinamento corporativo do Brasil. Hoje, ela é de propriedade integral da Bertelsmann.

O Bertelsmann Digital Media Investments (BDMI) é um fundo de capital de risco que investe especificamente em empresas inovadoras e em ascensão, em mídia e marcas de próxima geração, software empresarial e fintech nos Estados Unidos. O portfólio engloba mais de 60 investimentos, incluindo startups, como o portal de esportes The Athletic, a editora Clique Media, a empresa de comércio eletrônico Food52 e companhia de entretenimento que opera identificando vídeos online Jukin Media.